sexta-feira, novembro 10, 2006

Iraque


O sucessor de Al-Zarqawi no comando da célula da Al-Qaeda no Iraque, Abu al-Masri, anunciou ter 12 mil combatentes dispostos a sacrificar a vida em nome do “Estado Islâmico do Iraque”.
Na mesma gravação, divulgada hoje, al-Masri congratula-se com a derrota dos Republicanos nas eleições legislativas Norte-Americanas, afirmando que “o povo americano finalmente começou a seguir o caminho certo, compreendendo a traição do seu Presidente ao apoiar Israel”. Nada que Francisco Louçã não dissesse. Talvez pelo facto do radicalismo islâmico ter bebido e fundamentar-se muito nas ideologias da esquerda radical europeia, as declarações de uns e outros sejam muito parecidas…
Segue as suas declarações garantindo que "estão prestes a sucumbir aos golpes dos 'mujahidin'" e " a preparar-se para fugir, porque são incapazes de continuar a lutar".
A saída de tropas da coligação do Iraque, de uma forma total e precoce, constituirá um erro crasso no desenvolvimento do Estado iraquiano e na manutenção das seguranças regional e internacional, já para não considerar que serão uma vitória inequívoca dos grupos terroristas islâmicos. Muita gente na Europa ainda não o percebeu. Desta vez, como foram os próprios terroristas a dizê-lo, talvez finalmente o entendam…

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