

Blogue do C.E.P.R.I.-Centro de Estudos Políticos e de Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Lusíada de Lisboa. Neste espaço discute-se principalmente política nacional e internacional, mas também assuntos do dia a dia.
A Fundação Minerva e a Embaixada do Paquistão têm a honra de convidar V. Exa para a abertura da exposição “As cores do Paquistão” (The colours of Pakistan). que terá lugar na Universidade Lusíada de Lisboa (Rua da Junqueira. 198). no dia 2 de Maio às 12:00 horas, seguida de uma Conferência intitulada: “Paquistão na confluência de importantes regiões” (Pakistan at the confluence of important regions). A Conferência será proferida pela Sra. Embaixadora da República Islâmica do Paquistão. Fauzia M. Sana.



Esta análise pretende clarificar um pouco melhor a questão, na perspectiva da segurança, tendo em consideração tanto o interesse nacional dos Estados europeus como da própria União.
Integrada no sistema de segurança euro-atlântico, a Turquia tem desenvolvido esforços constantes para integrar as União Europeia (UE), com o apoio inequívoco dos EUA e da Grã-Bretanha e reservas por parte de alguns Estados membros da UE.
A Turquia enquanto potência regional, encontra-se geográficamente no meio do Continente Europeu e do Continente Asiático. A sua posição privilegiada no coração da região euro-asiática e como pilar "ocidental" num vasto Médio Oriente, poderá ser um benefício inquestionável para a acção europeia nesta região. No Médio Oriente,uma área de especial interesse para a Aliança Atlântica (NATO) mas mais propriamente para a Europa, tanto por razões históricas como também por causa do seu impacto na segurança europeia, a UE Terá muito a ganhar a nível de status.
Tendo a Turquia boas relações com ambos os lados e credibilidade tanto em Israel como no mundo árabe em geral, a sua adesão poderá, sem dúvida, aumentar a influência da União no Médio Oriente, podendo ser usada em benefício de esforços comuns no sentido de pacificar e estabilizar esta região estratégicamente crítica (oportunidades similares apresentam-se no Mar Negro, no Sul do Cáucaso e Ásia Central, onde a Europa tem mantido uma posição discreta no passado, mas a Turquia , por razões geográficas, culturais, religiosas e linguísticas, tem sido um jogador activo). Como um dos parceiros mais fortes da NATO, com uma orientação claramente convergente com a PESD, a adesão da Turquia poderá ser de grande valor para o sistema de defesa europeu
As carências energéticas poderão ser mitigadas, pois com a construção do pipeline Baku-Tbilisi-Ceyhan e com a emergência da bacia do Mar Cáspio enquanto uma das maiores reservas de petróleo e gás natural do mundo, a Europa poderá conseguir o acesso a estes recursos vitais na Ásia Central e regiões da Sibéria, tornando a Turquia num factor vital para a segurança europeia no que diz respeito ao abastecimento energético do Médio Oriente, do Mar Cáspio e da Rússia.
Por fim, a adesão da Turquia à UE poderá afirmar a natureza da União, enquanto sociedade aberta e tolerante, advindo a sua força da diversidade e unidos por valores comuns de liberdade, democracia, o carácter da Lei e o respeito pelos Direitos Humanos. A Europa poderá apresentar-se como um modelo alternativo ao modelo exclusivista, sectário e fechado impulsionado por radicais islâmicos. A Europa poderá ter um inestimável papel nas relações futuras entre o "Ocidente" e o mundo islâmico, podendo vir a adquirir com isto uma maoir respeito e credibilidade, melhorando o seu "Soft Power" em muitas partes do globo.
A inclusão bem sucedida da Turquia no processo de integração europeu, contudo, poderá mostrar ao mundo islâmico que é de facto possível encontrar respostas para o dilema gerado relativamente à combinação de tradições e credos religiosos com valores das sociedades modernas que são universalmente aceites.
Luís Albogas
Ps: gostaria que deixassem a vossa posição relativamente a esta questão premente do futuro da União Europeia, até mesmo apresentando outras prespectivas tanto a favor como contra a integração da Turquia.

The European Union (EU) has every reason to be proud of its anti-discrimination legislation, one of the most extensive in the world. In 2000, the European Union adopted two very wide-ranging laws to prohibit discrimination based on racial or ethnic origin, religion or belief, disability, age or sexual orientation in the workplace and, as far as racial and ethnic origin is concerned, in other aspects of daily life. These texts build on the extensive provisions at EU level to promote equality between women and men.
However, calling for equal rights and adopting laws to try and guarantee them is not enough to ensure that equal opportunities are enjoyed by everyone in practice. Incentives have to be given to bring about a change in behaviour and mentality. Steps also have to be taken to tackle the intricate patterns of inequality suffered by certain groups and communities in Europe, such as the Roma, while examining the roots of these problems. Finally, we have to acknowledge that our societies are changing. Examples of this are the EU's ageing population and its increasingly multiethnic makeup. The ever-growing diversity sets new challenges that we have to meet more effectively, while offering myriad opportunities that we have to seize.
The 2007 European Year of Equal Opportunities for All is an initiative leading the way to a bolder strategy seeking to give momentum to the fight against discrimination in the EU, as the Commission explained in a document, published in June 2005, called ' Framework strategy for non-discrimination and equal opportunities for all'. During the Year, all discrimination grounds have to be treated in a balanced way and the different ways in which women and men experience discrimination on the grounds of sex, racial or ethnic origin, religion or belief, disability, age or sexual orientation have to be considered as well.
The Year aims to:
Activities during the Year will be organised around four key objectives: rights, representation, recognition and respect:
